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Epidemia de obesidade continua a crescer nos EUA




22 de julho de 2008 (Bibliomed).
Apesar dos esforços das autoridades de saúde nos Estados Unidos para combater a epidemia de obesidade no país, encorajando os americanos a perder peso, o número de adultos obesos continua crescendo, segundo anunciaram, na última semana, os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC).

De acordo com os especialistas, houve um crescimento de 2% no período entre 2005 e 2007. As estatísticas mostram que, em 2007, 25,6% dos adultos admitiram estarem obesos, comparado com 23,9% no ano de 2005. Avaliando dados de mais de 350 mil adultos, entrevistados por telefone, os pesquisadores descobriram também que o problema é mais comum no sul dos Estados Unidos, onde 27% dos residentes são obesos. E a prevalência da obesidade é menor no oeste, com 22,1% dos residentes obesos.

Além disso, os pesquisadores notaram que elementos como idade, raça, sexo e escolaridade influenciam na prevalência da obesidade. O problema era mais comum na faixa etária entre 50 e 59 anos (31,7% dos homens e 30,2% das mulheres), entre os negros não-hispânicos (39% das mulheres e 32% dos homens), e em pessoas de menor escolaridade. E, segundo os CDC, nenhum dos estados atingiu o objetivo da campanha "Healthy People 2010" (Pessoas Saudáveis 2010), que é de reduzir a prevalência para 15% ou menos. "A epidemia da obesidade em adultos continua a crescer nos EUA, indicando que precisamos aumentar nossos esforços em níveis nacional, estadual e local", disse o diretor da Divisão de Nutrição dos CDC, William Dietz, em release para a imprensa.

Os especialistas destacaram, ainda, que a obesidade é um grande fator de risco para diversas doença crônicas, como diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame. E que é preciso prevenir esses problemas encorajando o consumo de frutas e verduras, a prática de atividades físicas, e a redução do consumo de alimentos ricos em calorias e açúcar. Os especialistas destacaram, ainda, que a obesidade é um grande fator de risco para diversas doença crônicas, como diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame. E que é preciso prevenir esses problemas encorajando o consumo de frutas e verduras, a prática de atividades físicas, e a redução do consumo de alimentos ricos em calorias e açúcar.

Fonte: CDC.
Morbidity and Mortality Weekly Report.
18 de julho de 2008.

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